UPAs terão 4 ambulâncias, 2 em cada unidade para atender a população



As Unidades de Pronto Atendimento (UPA) passarão a contar com quatro novas ambulâncias - duas na UPA Cascatinha e outras duas na unidade Centro -  para atender à população. As novas ambulâncias estão entre as exigências previstas em edital de licitação para administração plena das unidades e trarão mais resolutividade às transferências para internação e transporte para realização de exames. Hoje existem três ambulâncias para as UPAs. Responsáveis pela assistência de urgência e emergência no município, as UPAs realizaram 126 mil atendimentos divididos entre Clínica Médica, Pediatria e Odontologia nos últimos sete meses.

Atualmente, o município conta com uma ambulância avançada em Cascatinha e duas básicas no Centro. Os veículos passaram por revisão e manutenção na atual gestão e serão redirecionadas para que as UPAs fiquem com quatro ambulâncias novas e em condições de suprir à demanda. Em sete meses, 4.017 pessoas precisaram de transporte para realizar tomografia no Hospital Alcides Carneiro e ocorreram ainda cerca de mil transferências para hospitais de referências – HAC e HMNSE.

O superintendente Hospitalar, de Urgência e Emergência, Cláudio Morgado, explica que com uma média de 9 mil atendimentos por mês, a aquisição das ambulâncias trará mais excelência à assistência já prestada nas unidades.

“O número de atendimento nas UPAs é muito grande e vem crescendo gradativamente à medida que as pessoas vão deixando de ter plano de saúde e passam a depender do SUS. Iniciamos a gestão com a frota sucateada, realizamos os reparos e manutenção, mas os veículos são antigos. As ambulâncias novas irão otimizar o serviço trazendo mais agilidade nas transferências e realização de exames fora das unidades”, avalia Cláudio Morgado.

O Consórcio Saúde Legal classificado em licitação para administrar as duas Unidades de Pronto Atendimento – UPAS, Centro e Cascatinha têm entre as consorciadas a empresa Rio de Janeiro Serviços e Comércios que é detentora de 40,41% referentes ao consórcio e cuidará, além dos recursos humanos, do fornecimento de alimentação, lavagem de roupas, reposição de enxoval, uniformes e na aquisição das ambulâncias.

 “A nossa estratégia inicial será alugar as ambulâncias para já colocá-las em funcionamento nas unidades o quanto antes e mais para frente comprar os veículos. Entendemos os anseios da população e dos funcionários quanto à essa mudança, mas gostaria de tranqüilizá-los que todas as empresas que hoje compõem o consórcio são especialistas no que se propõe a fazer. Temos experiência em outras regiões com serviço semelhantes e a meta não é só manter o bom funcionamento é aprimorá-lo ainda mais”, anuncia Cassiano Silva, diretor da Rio de Janeiro Serviços e Comércios.


Na licitação o valor que contempla a administração plena de ambas as unidades foi fechado em R$ 26.155.000,00 anuais. O novo contrato, com a vencedora da licitação, estabelece que todos os serviços - entre os quais exames, equipamentos, serviços de manutenção, ambulâncias, medicamentos, alimentação, insumos e combustível, por exemplo -  passem a ser de responsabilidade da contratada. Hoje, esses serviços são mantidos pela prefeitura.

O Consórcio Saúde Legal, classificado no processo, reúne ainda as empresas Renacoop, que terá a responsabilidade com a manutenção de equipamentos hospitalares e predial; a Lino Briote Produtos Farmacêuticos e Hospitalares fornecerá os medicamentos e a DPAD Serviços Diagnósticos realizará os exames laboratoriais.