Estacionamento do Hortomercado não poderá ser utilizado por pessoas que não pretendem consumir no local



Fonte: Diário de Petrópolis - Depois de algumas reclamações dos frequentadores do Hortomercado de Itaipava, o Departamento de Agricultura da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico adotou medidas para impedir que o estacionamento do Horto seja tomado por pessoas que não pretendem consumir no local.

Para evitar transtornos, o Parque Municipal, ao lado, abriu seu “portão C”, para facilitar acesso ao público, já que há vagas de sobra por lá, segundo disse o assessor do departamento de agricultura, Jarbas Braga Neto ao Diário.

Ele diz que a Sinalpark, empresa responsável pelo estacionamento, está arranjando formas de acomodar mais carros que há vagas para garantir a circulação de clientes, especialmente porque o Hortomercado depende de clientes que estacionam apenas para as compras, ficando pouco tempo no local.

Além disso, Jarbas afirmou que o Deguste, a feira de cervejas artesanais e gastronomia que agora acontece no parque, está em comunicação com a empresa do estacionamento. Eles recebem queixas sobre funcionários que insistem em ocupar as vagas do Horto sem necessidade.

“Queremos mostrar aos agricultores que o Deguste não vai atrapalhar”, afirma o assessor.

A prefeitura planeja tornar pago o estacionamento do Hortomercado, mas ainda não existe previsão para isso. Quando acontecer, haverá abono para os consumidores do Horto. O Departamento de Agricultura fará uma reunião com a Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (Cptrans) ainda nesta semana e o assunto estará em pauta.

Itaipava cheia no feriado

A cidade está cheia por causa do feriado, e Itaipava não é excessão. O Hortomercado e o Parque Municipal, onde ocorre a exposição de cavalos Itaipava For All, ficaram cheios de freqüentadores. O mesmo ocorreu à Feirinha de Itaipava neste fim de semana. Por outro lado, a Estrada União e Indústria ficou congestionada durante a tarde mais uma vez, com o fluxo de veículos.
Na Feirinha de Itaipava, os comerciantes afirmam que o movimento está acima da média, mas destacam que, no geral, os tempos continuam ruins para o varejo, como estão desde o início da crise, em 2015.