Petrópolis: Construção civil tem 3,5 mil empregos com 20 empreendimentos na cidade



Petrópolis está recebendo investimentos de R$ 1,1 bilhão com os empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida – um total de 20, que estão sendo avaliados e acompanhados pela prefeitura. Os empreendimentos – em construção, fase de análise e ainda apresentação de projetos –  somam 6.978 unidades habitacionais.

“Estamos acelerando a análise de projetos para que todos saiam do papel o mais rápido possível, com a prefeitura exigindo planejamento viário e dotando as localidades que recebem os conjuntos com a infraestrutura adequada”, aponta o prefeito Bernardo Rossi.

Os empreendimentos são das faixas 1 e 2 do MCMV. Eles são voltados para famílias de baixa renda e ainda para aquelas com renda de até 4,2 salários mínimos. Juntos, os projetos preveem a construção de 6.978 novas unidades habitacionais – cinco pelo MCMV faixa 1 e outros 15 pelo MCMV faixa 2 - um investimento de R$ 1,1 bilhão.

Carro chefe do programa Minha Casa Minha Vida faixa 1 na cidade, com 732 novas moradias, o empreendimento do Vicenzo Rivetti – destinado a famílias que perderam suas casas nas chuvas -   é acompanhado de perto pela prefeitura, o que possibilitou que as obras avançassem 42%, em 4 meses. O conjunto estava com obras paralisadas desde 2015 e foram retomadas em janeiro deste ano.

Outras quatros áreas, nas regiões do Vale dos Esquilos, Vale do Cuiabá e Mosela também poderão abrigar projetos pelo MCMV faixa 1. Destes, dois dos projetos que estão sendo analisados preveem a construção de 772 novas unidades. Os demais aguardam cessão de terrenos do governo do Estado. Juntos, todos os empreendimentos faixa 1 vão chegar a 1.784 unidades, investimento de R$ 150 milhões. 

“Além de dar oportunidade às famílias de concretizarem o sonho da casa própria, estas construções vão gerar empregos e fomentar a economia da cidade”, destaca o prefeito Bernardo Rossi. Com todos os projetos em andamento são 3,5 mil empregos gerados na cidade. 

O MCMV faixa 1 prevê o financiamento de imóveis em  até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80,00 a R$ 270,00, conforme a renda bruta familiar. Já o faixa 2 é voltado para famílias tem renda bruta de até R$ 4 mil e pode ter subsídios de até R$ 29 mil. As famílias têm até 30 anos para pagar e podem comprar um imóvel novo ou na planta.  

Faixa 2 avança em 15 empreendimentos e 5.194 unidades

Dos 15 empreendimentos do Minha Casa Minha Vida faixa 2 – destinados às famílias com renda bruta de até R$ 4 mil – quatro estão em construção atualmente, perfazendo um total de 1.056 novas moradias. Destas, pelos menos 360 estão previstas para serem entregues ainda este ano nas regiões de Corrêas e Nogueira – um investimento de R$ 58,5 milhões.

Outros 11 projetos para construções pelo MCMV faixa 2, estão sendo avaliados pelo Grupo de Análise de Empreendimentos (GAE).  Eles preveem construções de novas unidades em condomínios nas regiões do Samambaia, Itaipava, Correas, Pedro do Rio, Siméria, Independência, Valparaíso, Madame Machado, Caetitu e Vale do Carangola.

O GAE é composto por secretários das pastas de Obras, Planejamento, Assistência Social e Meio Ambiente. “A aprovação dos projetos tem como base a orientação de uma câmara técnica, formada por servidores e técnicos de cada uma das áreas envolvidas no processo de legalização de projeto”, explica o presidente do GAE e secretário de Obras Ronaldo Medeiros.  

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