Em 36 dias, 32.240 mil toneladas de lixo retiradas das ruas de Petrópolis



Em 36 dias de operação, as novas empresas responsáveis pela coleta de lixo na cidade retiraram das ruas de Petrópolis  32.240 mil toneladas de lixo.  A quantidade que supera a média diária anterior de 272 toneladas ao dia – hoje está em 345 toneladas diárias  - é derivada do período em que a coleta ficou deficitária, a partir do dia 15 de dezembro e na melhoria do serviço já na nova gestão.  No auge da operação de retomada da limpeza a cidade – nos dias 07 e 08 de janeiro – chegaram a ser retiradas das ruas 630 toneladas por dia.

As empresas Força Ambiental e PDCA, contratadas emergencialmente para o trabalho de coleta perfazem contratos com teto máximo de R$ 3.058.747,71. Com as empresas antigas, a Locar e a Empresa Pernambucana de Engenharia e Construções, a prefeitura mantinha contrato de R$ 3.261.927,47.

 “São R$ 200 mil a menos por mês, a grosso modo, porque o pagamento é feito pelo o que efetivamente é realizado. Temos uma planilha de medição de serviços e as empresas são efetivamente pagas pelo que recolheram e transportaram.  Assim, a economia ainda é maior, como já foi neste primeiro mês.  Além da economia de recursos, a qualidade no serviço é melhor. Hoje, estamos fiscalizando diariamente a operação das empresas, o que não ocorria no governo anterior também”, afirma o secretário de Obras, Ronaldo Medeiros.

As novas empresas foram contratadas emergencialmente no dia 06 de janeiro depois de as empresas antigas terem rescindido contrato unilateralmente com a prefeitura alegando uma dívida de R$ 11 milhões da administração anterior. A operação destas empresas, no entanto, passou a ser deficitária já na segunda semana de dezembro ocasionando prejuízos à população que conviveu no período com toneladas de lixo nas ruas.  A situação foi amplamente divulgada pela imprensa que registrou em várias partes da cidade a enorme quantidade de lixo espalhado pelas ruas.

“Estamos operando emergencialmente porque lixo é uma questão de saúde pública. O esforço neste primeiro mês foi devolver à cidade o que ela precisa em limpeza e, mais do que isso, melhorar a coleta em todos os bairros”, aponta Ronaldo Medeiros.  

Neste primeiro mês, a Força Ambiental e PDCA apresentaram, juntas, medição de serviços que somam R$ 2.346.030,00 pela coleta e transporte de lixo, ou seja, R$ 653.970,00 a menos do que o teto máximo do contrato em R$ 3.058.747,71. Como comparação, as antigas empresas receberam em janeiro de 2016, a quantia de R$ 2.724.32,00.  Assim sendo, para o mesmo período, 30 dias, o contrato emergencial atual representa uma economia de R$ 380 mil aos cofres públicos.

Considerando seis meses de contrato, as empresas antigas quando ainda operavam, recebiam R$ 19,5 milhões, já que o acordo financeiro com a gestão anterior, de 24 meses, perfaz o valor global de R$ 78 milhões. Hoje, o contrato com as novas empresas, pelo período de seis meses é de R$ 18,3 milhões, uma economia de R$ 1,2 milhão.

“Estamos em um momento de recuperação das contas públicas com a prefeitura enfrentando dívidas de mais de R$ 130 milhões somente do último ano da gestão passada.  Nos  surpreende a circulação de informações incorretas para induzir os veículos de comunicação e a população, que aprova a nova gestão, ao equívoco. Todos os atos são transparentes, publicados na imprensa oficial e submetidos ao Tribunal de Contas do Estado”, afirma Ronaldo Medeiros.

Dívida com antigas empresas é de R$ 1 milhão

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