Bernardo Rossi determina redução de frota e controle de combustível



A retirada de circulação de 77 veículos, dos 267 pertencentes à frota do município e o controle rigoroso das despesas com combustível - que no caso de veículos a diesel diminuiu 52% e à gasolina 42% - gerou no primeiro mês do governo Bernardo Rossi, uma economia de R$ 15 mil. A estimativa é de que por ano o município economize R$ 190 mil somente com o abastecimento de veículos. A redução de pelo menos 40% no consumo de combustíveis e a retirada de circulação de veículos oficiais de secretários faz parte do pacote de austeridade anunciado pelo prefeito Bernardo Rossi no primeiro dia de governo.

“Diante da atual situação financeira do município, todas as despesas precisam ser rigorosamente controladas. Estamos fechando as torneiras do desperdício. São medidas necessárias para equilibrar as contas, ações que somadas a outras iniciativas, como a redução das despesas com aluguéis, são importantes para retirarmos o município do vermelho”, pontua o prefeito Bernardo Rossi.

No caso dos aluguéis, que em 2016 geraram um custo de R$ 6,4 milhões, a redução será de pelo menos R$ 1 milhão somente com a renegociação de valores de 17 imóveis sob a responsabilidade da Secretaria de Administração.  A meta é reduzir em um ano 30% dos 88 imóveis alugados chegando à economia anual de R$ 1,8 milhão.

“A renegociação dos contratos possibilitou uma redução de 45% com a despesa com aluguéis de imóveis da nossa pasta”, explica o secretário de Administração, Marcus von Seehausen. Por mês, a Secretaria de Administração gastava R$ 195 mil com aluguéis. “A negociação fez a despesa cair para R$ 105 mil”, cota lembrando que somente com o aluguel do Centro Administrativo na Barão do Rio Branco, a economia mensal é de R$ 10 mil.

A negociação também está sendo o caminho adotado pelo prefeito Bernardo Rossi para evitar o pagamento de juros em débitos do município com fornecedores, prestadores de serviços e entidades conveniadas. Exemplo disso foram as negociações da dívida de R$ 13 milhões do município com o Hospital Santa Teresa – unidade que é referência em atendimento de urgência e emergência. Débitos não quitados entre fevereiro e dezembro de 2016, foram parcelados em 36 vezes sem juros.

A mesma estratégia foi adotada para quitar R$ 3,8 milhões em parcelas de empréstimos consignados contratados com bancos, e R$ 1,3 milhão em pendências pela falta de repasse de parcelas do Cartão Sisep – ambos consignados descontados dos salários dos servidores no ano passado e não repassados às instituições.

“Diante da situação das contas do município, a orientação do prefeito é para os débitos sejam negociados para que possamos fazer os pagamentos sem juros. E é isso que temos feito”, explica o secretário de Fazenda Heitor Luiz Maciel Pereira.

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