sábado, 14 de janeiro de 2017

Ônibus de monitoramento aumenta de segurança na Praça Visconde de Mauá (Praça da Águia)


Um dia após a instalação do ônibus de videomonitoramento na Praça Visconde de Mauá (Praça da Águia), os frequentadores do Centro de Cultura Raul de Leoni já ficaram satisfeitos com o aumento de segurança no local. 

O equipamento entrou em operação na quinta-feira (12.01), após ter ficado três anos e meio sem uso porque antigo governo não comprou o software para gravação das imagens captadas pelas câmeras instaladas no veículo. A peça, que custa cerca de R$ 1,4 mil, foi providenciada pelo governo Bernardo Rossi, através de uma doação, e permitiu colocar em uso o ônibus que custou R$ 2 milhões ao Ministério da Justiça em maio de 2013. 

Leonardo Torres, de 41 anos, executivo de contas de uma empresa no Centro e que passa sempre pelo local, a mudança no público que frequentava o Centro de Cultura e entorno foi notável com a presença do veículo.

“Com certeza vimos uma bela redução de pessoas mal influenciadas aqui. Foi muito boa essa ação e estava precisando disso, pois quem passa por aqui com frequência via o que acontecia há muito tempo já”, observou.

O ônibus é equipado com oito câmeras: três internas, duas em cada lateral e mais uma que fica no teto do carro e pode ser içada a 11 metros de altura. Essa câmera pode captar imagens a 300 metros de distância.

Ele ficará na Praça Visconde de Mauá, a Praça da Águia, 24 horas por dia, sete dias por semana. O local há anos é alvo de reclamação de moradores, frequentadores do Centro de Cultura e turistas por ter se tornando espaço para uso de drogas. A meta é inibir estes delitos, furtos e ainda depredação do patrimônio como as pichações.

Até os funcionários da Fundação de Cultura se sentem aliviados a partir do início do uso do equipamento. 

“A gente nem podia entrar direito no Centro de Cultura, porque a escada ficava tomada pelos jovens que não respeitavam o espaço de quem estava ali para visitar o local ou ir à biblioteca. Dentro tinha vezes que eles ficavam até deitados no chão amontoados. Agora diminuiu bastante com a presença da Guarda Civil aqui com o ônibus. Foi muito bom”, disse o eletricista Pedro Celestino, de 62 anos, funcionário da Fundação de Cultura e Turismo há 33 anos. 

“Melhorou muito o movimento de pessoas que ficavam ociosas no Centro de Cultura. Foi muito bom esse ônibus aqui, onde precisava de uma ação efetiva para garantir a segurança”, completou Sancler Guimarães, de 48 anos, servidor há 26 anos, 22 deles na FCTP. 

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