Gastos do governo Bomtempo com telefonia e combustível chegam a R$2,5 milhões



A Secretaria de Desenvolvimento Econômico funciona nos primeiros dias de janeiro de forma precária. Telefones foram cortados por dívidas de quase R$ 30 mil. Segunda e terça-feira, nestes setores, o atendimento foi prejudicado.

As dívidas existem desde outubro, quando as contas de telefonia fixa e móvel deixaram de ser pagas. Mesmo assim, a primeira auditoria realizada pela Secretaria de Administração e Recursos Humanos mostrou que, apenas em 2016, o gasto com telefonia foi de R$ 1.083.469,76.

O mesmo documento, divulgado nesta terça-feira (3/1), mostra que montante utilizado para combustível foi de R$ 1.405.493,83.

Ou seja, apenas com os dois itens, o último governo despejou quase R$ 2,5 milhões em 2016. Já nos primeiros atos de governo, o prefeito Bernardo Rossi determinou o recolhimento dos celulares oficiais, além da redução de 40% do consumo de combustível da frota oficial.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Marcelo Fiorini, não contou com serviço de telefone e internet nos dois primeiros dias úteis de trabalho do novo governo. A dívida com telefonia móvel deixada pelo governo municipal anterior é de cerca de R$ 30 mil. Outros serviços básicos também não funcionaram ou estavam quebrados, como ar condicionado, banheiros sem papel ou sabão, falta de papel para impressoras. Isso atrapalhou o início dos trabalhos do secretário.

“Nós encontramos serviços básicos em estado bastante precário: telefone cortado, ar quebrado. O prefeito Bernardo Rossi tomou essas medidas de austeridade, mas mesmo o que precisaria funcionar para um trabalho básico não funciona. Deixaram uma situação bem precária mesmo”, comentou Fiorini.

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