quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Empresa de lixo reclama débito de mais de R$ 11 milhões do governo Bomtempo e Rossi cria mutirão de limpeza

NOTA OFICIAL – PREFEITURA DE PETRÓPOLIS


Diante da paralisação do serviço de limpeza urbana pela empresa contratada pelo governo Rubens Bomtempo e que reclama débito de mais de R$ 11 milhões acumulados desde agosto de 2015, a prefeitura está fazendo contratação emergencial de nova operadora do serviço.

Petrópolis está sob estado de calamidade financeira decretado pelo prefeito Bernardo Rossi – seu primeiro ato como chefe do Executivo em função do completo caos financeiro e administrativo deixando pela gestão anterior. A força do decreto já impõe que a empresa, como demais contratados pelo poder público, não pode interromper serviços básicos.

A empresa concessionária cobra uma dívida de R$ R$ 11.985.159,68 pelos serviços prestados e não quitados pela antiga administração. A empresa alega que passou 17 meses operando sem recursos e que o sistema não pode ser mais mantido.

A equipe de transição do prefeito Bernardo Rossi alertou e cobrou por diversas vezes uma solução para o caso, mas não obteve sucesso durante o período que permaneceu em contato com representantes do governo passado. Ao invés disso, escolheram o caminho de abandonar a cidade à própria sorte e gerar o maior número de dificuldades para a administração que tomou posse no primeiro dia deste ano.

Diante dos fatos mencionados, a Prefeitura de Petrópolis tomou medidas contingenciais para solucionar todos os problemas decorrentes da falta de sensatez e senso de responsabilidade pública deixados pelo governo passado.

Todos os funcionários desligados serão contratados, uma solicitação do prefeito Bernardo Rossi e que deverá ser atendida de forma impreterível. A Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) ainda promove um mutirão de limpeza no município, para viabilizar a coleta do lixo doméstico de forma provisória.

Vale ressaltar que toda essa situação é consequência de ações insensatas promovidas pela gestão passada, que não levaram em consideração a questão da saúde pública e penalizaram de forma cruel aqueles que mais precisam dos serviços promovidos pelo poder público, a população petropolitana.

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