Dívida da Prefeitura com parcelas de consignado não repassadas chega a R$ 3,8 milhões



Chega a R$ 3,8 milhões o montante de dívidas da prefeitura junto à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil, referente a parcelas de empréstimos consignados descontados na folha de pagamento dos servidores e não repassado às instituições bancárias pelo governo passado. Levantamento feito pela Secretaria de Fazenda identificou um débito junto ao Banco do Brasil de R$ 1,6 milhão. Já a dívida do município com a CEF, acumula R$ 2,2 milhões – valor que irá cair para R$ 1,9 milhão com o pagamento de R$ 316 mil referente a parcelas de empréstimos consignados de servidores da Saúde vencidos em novembro do ano passado. O valor foi renegociado pela atual gestão da Secretaria de Fazenda sem o pagamento de juros.

“Estamos quitando hoje junto à Caixa o valor das pendências de consignados da Saúde do mês de novembro. Por determinação do prefeito Bernardo Rossi, esse pagamento será feito com parte dos recursos que o município recebeu do Programa de Repatriação do Governo Federal. Conseguimos negociar com a Caixa e evitar o pagamento de R$ 10,3 mil em juros, que incidiriam sobre esse montantedescontado nos salários dos servidoresque deixou de ser repassado em novembro”, explica o secretário de Fazenda Heitor Luiz Maciel Pereira, destacando que “a política da Secretaria de Fazenda será sempre de negociar com os credores para evitar o pagamento de juros”.

A Secretaria trabalha agora para regularizar R$ 3,5 milhões em dívidas de consignados, sendo R$ 1,9 milhão devidos à Caixa, e R$ 1,6 milhão referentes a débitos junto ao Banco do Brasil. A prefeitura também acumula R$ 1,3 milhão em dívidas com o Sindicato dos Servidores, referente a valores do cartão de compras Sisep, também descontados nos contracheques dos servidores e não repassados.   

“Estamos apurando todas as dívidas do município, renegociando e acertando as contas na medida do possível. Todos os esforços estão sendo feitos para regularizar os débitos de consignados e do convênio com o Sisep, pois os servidores não podem ser prejudicados”, pontua o secretário Heitor Pereira.

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