Bernardo renegocia, e Prefeitura vai economizar R$ 1 milhão com redução de aluguel de 23 imóveis

Contratos de outros 65 estão sendo avaliados e renegociados


A renegociação para redução de valores de aluguel de 23 imóveis sob responsabilidade da Secretaria de Administração vai gerar uma economia anual de R$ 1 milhão aos cofres da prefeitura. Contratos de outros 65 imóveis alugados com recursos públicos estão sendo revistos. A Secretaria de Administração, que na primeira semana de apuração identificou a existência de 17 imóveis alugados, verificou a existência de outros seis sob sua responsabilidade. Com isso o número inicial de 82 imóveis alugados pelas Secretarias municipais subiu para 88. Por determinação do prefeito Bernardo Rossi, contratos de todos os imóveis custeados com recursos públicos estão sendo auditados e renegociados. Hoje a prefeitura gasta R$ 6,4 milhões com o aluguel de imóveis.

“Adotamos uma força tarefa em todas as Secretarias, autarquias e órgãos vinculados à prefeitura, como Fundação de Cultura e Turismo, para rever de forma rigorosa todos os contratos de aluguel. Estamos encontrando casos absurdos como uma dívida de mais de R$ 430 mil somente com um terreno alugado pela CPTrans que há mais de quatro anos abriga carcaças de ônibus que só servem para por em risco a saúde dos moradores em Pedro do Rio.A prefeitura vai devolver os imóveis que não forem necessários, como neste caso do terreno, e reduzir o valor dos demais, como já foi feito pela Secretaria de Administração, que vai economizar R$ 90 mil por mês”, pontua o prefeito Bernardo Rossi.

“Nesta primeira revisão e renegociação dos contratos conseguimos reduzir em mais de 45% a despesa com aluguéis de imóveis da nossa pasta”, afirma o secretário de Administração Marcus von Seehausen.

Por mês, a Secretaria de Administração tem uma despesa mensal R$ 195 mil referente a aluguéis. “com a negociação nossa despesa vai cair para R$ 105 mil. Somente com o aluguel deste Centro Administrativo aqui da Barão do Rio Branco, a economia mensal será de R$ 10 mil”, diz von Seehausen.

A revisão de contratos de aluguel está sendo feita nas Secretarias de Saúde, que tem 33 imóveis alugados a um custo anual de R$ 1,2 milhões; na Educação, que é responsável pelo aluguel de 16 imóveis e tem uma despesa de R$ 1,5 milhões/ano; na Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setrac), que é responsável pelo aluguel de sete imóveis, com um custo de R$ 370 mil/ano; na Companhia Municipal de Desenvolvimento (Comdep), que por ano gasta R$ 374 mil com o aluguel de quatro imóveis, entre os quais um posto de saúde cujo contrato será rescindido e passado para a Secretaria de Saúde; Na Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), que gasta por ano R$ 330 mil com o aluguel de três imóveis, entre os quais o terreno de Barra Mansa, que será devolvido após a retiradas das sucatas de ônibus; e na Fundação de Cultura e Turismo, onde dos dois imóveis alugados um será devolvido pois está fechado há um ano.