quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Bernardo Rossi vai cortar 32% dos cargos em comissão e funções gratificadas (FGs)

Reforma administrativa com chancela da FGV

Com a reforma administrativa a prefeitura reduz para 16 a estrutura pública entre secretarias e empresas de economia mista e autarquias. Serão cortados 32% dos cargos em comissão e funções gratificadas (FGs). No entanto, o funcionário de carreira será preservado em cargos de chefia. Hoje, são 953 cargos em comissão e FGs, porém os cargos ocupados por não concursados são a maioria: 474.

Para fins de comparação está sendo considerada a estrutura que funcionou durante três anos e 10 meses, até novembro, quando um remanejamento aglutinou órgãos, porém sem a eficiência e economia que a cidade precisa.

 A reforma administrativa reuniu estudo de dois meses  com cruzamento de dados e funções dos órgãos e a aplicabilidade de uma estrutura enxuta, trabalho da Fundação Getúlio Vargas com equipe de transição do governo eleito.

“Vamos iniciar o governo com austeridade, com economia e com uma equipe dinâmica em primeiro escalão e funcional com cargos de apoio importantes ao secretariado ocupados por técnicos e funcionários de carreira”, completa Bernardo Rossi.

Os destaques na reforma administrativa são a funcionalidade que passa a ter a Coordenadoria de Gestão Estratégica, subordinada ao gabinete do prefeito e que terá a função do Planejamento.  A Secretaria de Obras também terá um departamento específico para desempenhar as Parcerias Público-Privadas (PPP) e a Secretaria de Conservação assumirá a coordenação da Segurança Pública.

“Petrópolis precisa controlar e tomar conta de seus recursos. Nos próximos anos, dentro deste contexto adverso na economia nacional, as novas administrações municipais terão de construir seus legados a partir de seus próprios recursos e o enxugamento da máquina tornando-a econômica, dinâmica e eficiente”, aponta Sérgio Ruy.

“Sérgio Ruy, que é petropolitano e está atualizado com os assuntos da cidade, está nos ajudando a construir uma reforma administrativa que deixa a estrutura de governo ao mesmo tempo sólida e funcional, econômica e ágil. É o que precisamos para fazer nossa cidade voltar a ter uma economia dinâmica e investir nos serviços básicos à população”, afirma Bernardo Rossi.

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