Bar é interditado pela Coordenadoria de Fiscalização na Cel. Veiga



O Varandas Bar, que fica na Cel. Veiga, foi interditado pela Coordenadoria de Fiscalização após uma vistoria na última sexta-feira (22). Após uma denúncia anônima, agentes fora verificar problemas sanitários e de barulho e constataram ambiente sem higiene e falta de ventilação nos banheiros. O fechamento temporário pode chegar a 45 dias, mas o proprietário do bar afirmou que pretende finalizar as adequações exigidas ainda hoje (27).

FONTE: Diário de Petrópolis

De acordo com o diretor de fiscalização da Secretaria de Fazenda, Gustavo Leão, os problemas sanitários são “graves”. Foram constatados esgoto no depósito e mau armazenamento de alimentos. Os banheiros também não tinham ventilação. Por causa disso, o local foi interditado por um mês e meio. Os proprietários terão que fazer uma série de adequações no local. Se a interdição for desrespeitada, os donos estão sujeitos a uma multa de R$ 1.615.

Já o proprietário do bar, Diogo Crispim, preferiu minimizar o episódio. Ele informou que o local não possui cozinha, mas que já está fazendo as adequações solicitadas – a intenção é finalizar as intervenções ainda nesta quarta. O depósito terá troca de ralos para melhorar a limpeza do ambiente. Ele também afirmou que está fazendo melhorias no banheiro. Crispim disse que a interdição não vai causar prejuízos financeiros.

– Sempre que encontram algo de errado, eles vão até o local e mandam consertar. Mas como a gente só funciona nos finais de semana, não tem problema nenhum. Amanhã (hoje) está tudo pronto – disse o proprietário do Varandas.

Apreensão de produtos piratas no Centro

No final de semana, a Coordenadoria de Fiscalização realizou uma blitz para coibir o comércio irregular no Centro. Ao todo, foram apreendidos 475 CDs e DVDs piratas, 120 pares de meia, duas cuecas, 10 pen drives, cinco cartões memória e 12 vassouras de teto. Quatro pessoas vendiam esses produtos nas Ruas Paulo Barbosa e Caldas Viana, mas fugiram ao perceber a ação dos agentes da Fiscalização.

– Essas ações são de rotina e têm o objetivo de preservar o comércio local. São vendedores ambulantes que não tem autorização para trabalhar na cidade e vendem produtos sem nota fiscal, duvidosos, sem pagamento de impostos devidos – explicou Gustavo Leão. Segundo ele, em geral, são pessoas da Baixada Fluminense que praticam esse tipo de comércio. O diretor de fiscalização da Secretaria de Fazenda ainda afirmou que tem percebido um leve aumento do comércio irregular na cidade.

As mídias falsificadas foram encaminhadas para a 105ª DP, no Retiro, e serão destruídos. Já os demais objetos ficam retidos na própria Coordenadoria de Fiscalização e serão disponibilizados para a Setrac (Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania) para doação.

Se algum vendedor irregular for pego, ele será encaminhado para a delegacia e poderá ser multado de R$ 200 a R$ 1 mil, valor aumentado em caso de reincidência.

Comentários