quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Vereadora quer rampa de acessibilidade na ponte de Corrêas



Em Petrópolis, Região Serrana do Rio, muitas vias para pedestres reformadas há relativamente poucos anos, não possuem as rampas de acesso. Essa foi à constatação da vereadora Gilda Beatriz, presidente da Comissão de Defesa das Pessoas com Deficiência e do Idoso, da Câmara Municipal, depois de realizar mais uma “blitz de acessibilidade”, dessa vez em Corrêas.

“Corrêas possui um importante centro comercial, uma praça muito frequentada, escolas e hospitais... Mas na ponte, a calçada que dá acesso à comunidade e ao ponto de ônibus, reformada há pouco tempo, não possui rampa de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. É importante destacar que no local há uma faixa de pedestres, e sem a rampa as pessoas ficam impossibilitadas de atravessar com segurança, ficando expostas a riscos de acidentes. Oficiei a Secretaria Municipal de Obras para que seja construída a rampa, e estarei acompanhando o caso”, comenta a vereadora.

A Cidade Imperial, mesmo com seus variados atrativos e locais fascinantes, desenvolveu-se acompanhada de alguns desencantos. A falta de acessibilidade em prédios públicos, privados e logradouros públicos existentes na cidade. Para quem tem algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção, circular pelas ruas e calçadas do município é um verdadeiro martírio.

“Como vereadora tenho desenvolvido um mandato propositivo focado na defesa e na melhoria da qualidade de vida das pessoas com múltiplas deficiências. Mas apesar de importantes avanços nos últimos anos, ainda temos um longo caminho pela frente. Desde os primeiros meses de mandato realizamos blitzes de acessibilidade em diversos pontos da cidade, buscando sempre melhorar as condições de deslocamento das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, através da colocação de rampas de acesso e sinalização própria. Vale lembrar que a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI - Lei 13.146/15) entrou em vigor garantindo mais direitos às pessoas com deficiência. Entre as mudanças trazidas pela nova legislação para atender a essa parcela da população, está à transferência da responsabilidade de adequação e manutenção das calçadas ao poder público”, completa.

Pela LBI, as Prefeituras devem liderar o processo de melhoria das calçadas sob risco de incorrer em improbidade administrativa, caso não o faça. 

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