terça-feira, 29 de setembro de 2015

Vereadora encontra graves problemas no Colégio Paroquial Bom Jesus


No último domingo (27.09), atendendo a um pedido do Sr. José Francisco Rodrigues, Presidente do Conselho da Capela Bom Jesus, representando Frei Moser, a vereadora Gilda Beatriz (PMDB) realizou uma vistoria no Colégio Paroquial Bom Jesus, que atende a 614 alunos no bairro Dr. Thouzet, em Petrópolis, Região Serrana do Rio. Confirmada a existência de sérios problemas no imóvel, a vice-presidente da Comissão de Defesa da Educação retornou a escola na manhã de segunda-feira (28.09) para ouvir professores e alunos.

– A situação é gravíssima. Em 2004 foi realizada uma obra maior, com a construção de duas salas de aula, reforma do telhado e pintura.  E o telhado é o ponto principal desta situação. Devido a constantes problemas, outra empresa foi contratada entre 2011/2012, para consertar o telhado e também não resolveu nada. O custo desta nova obra foi de quase R$ 220.000,00, incluído aí, também pintura e reforma da quadra de esportes que se encontra em péssimo estado, sem pintura e com água empoçada em dias de chuvas – comenta a vereadora.

Segundo relatos de professores e alunos da escola, confirmados pelo Conselho da Capela, devido à tamanha quantidade de goteiras em dias de chuva, o forro, encharcado caiu em uma das salas de aula em fevereiro deste ano.

– Em vista disso, a Secretaria de Obras retirou o forro de todas as salas da escola. Pode-se observar claramente a precariedade do telhado e das instalações elétricas. Estando há mais de seis meses sem forro, as salas evidenciam o perigo eminente, além do forte calor pelo qual alunos e professores passam.  Neste atípico início de primavera, os termômetros em salas de aula marcaram 38ºC! Várias crianças passaram mal, precisaram ficar descalças e outras tiveram sangramento no nariz. Segundo relatos, pelas gretas do telhado, pombos já invadiram as salas de aula. Na parte elétrica, gambiarras demonstram a falta de segurança do colégio. Tanto assim, que recentemente três luminárias entraram em curto circuito e pegaram fogo durante a aula. A sustentação do telhado, feita por estrutura metálica está enferrujada, pois foi colocada sem ter sido isolada antes.  Caibros de madeira estão com marcas de infiltração, tornando toda a estrutura frágil e demasiadamente perigosa. Já estou oficiando a Prefeitura, através da Secretaria de Educação, o Conselho Municipal de Educação (COMED), e o Corpo de Bombeiros. Os alunos do Bairro Dr. Thouzet não podem mais conviver com esse perigo – completa.

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