Tribunal de Contas aprova contas de 2014 de Rubens Bomtempo



As contas do prefeito Rubens Bomtempo, referentes ao exercício de 2014, foram aprovadas pelos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), na sessão plenária desta quinta-feira (24/9). A prestação das contas obteve  parecer prévio favorável, com base no voto do conselheiro-relator José Gomes Graciosa. Na prestação de contas, o TCE verificou o grande investimento do município na área de saúde: a prefeitura aplicou R$ 429.891.973,55 em ações de saúde pública, ou seja, 35,02% da receita de impostos próprios e transferências, percentual que representa mais que o dobro do que prevê a Constituição Federal (15%).

O prefeito Rubens Bomtempo lembrou que o parecer favorável do Corpo Instrutivo e do Ministério Público junto ao TCE mostra a responsabilidade da atual gestão, que vem trabalhando em prol da população, com políticas públicas definidas de forma democrática, com a participação da sociedade civil. “A não constatação de irregularidades mostra que estamos atuando de forma transparente e responsável. O Tribunal de Contas reconheceu isso”, destacou.

A secretária de Controle Interno, Rosângela Stumpf, também destacou a importância do parecer. “Dificilmente um prefeito tem as contas aprovadas desta forma, sem o apontamento de possíveis irregularidades”, lembrou.

Líder do governo na Câmara, o vereador Thiago Damaceno afirmou que a notícia da aprovação das contas foi muito bem recebida pelos vereadores. “Mostra a correção da gestão do prefeito Rubens Bomtempo, seu compromisso com Petrópolis e com os petropolitanos. O que mais chamou nossa atenção é que as contas foram aprovadas pelo Corpo Instrutivo e o Ministério Público sem a constatação de qualquer possível irregularidade. Como vereador, não me lembro de nenhum prefeito que tenha conseguido a aprovação das contas desta forma, por unanimidade”, disse.

Comentários

Anônimo disse…
Entendi!
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/11/presidente-do-tce-rj-vai-responder-na-justica-por-corrupcao-passiva.html