terça-feira, 25 de agosto de 2015

Gilda Beatriz quer cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão



Aceitar e saber conviver com as diferenças é um dos preceitos que regem a nossa Constituição. Mas, na prática, infelizmente, ainda se vê muita discriminação no Brasil. Um crime que acontece inclusive nas escolas, é o que afirma a vereadora Gilda Beatriz, presidente da Comissão de Defesa das Pessoas com Deficiência e do Idoso.

“Em maio realizamos uma audiência pública na Câmara Municipal, em parceria com o Ministério Público, para tratar do tema da inclusão escolar de alunos com necessidade educacionais especiais. No último domingo (23), o tema ganhou grande visibilidade através da série – Qual é a diferença?, do Fantástico. Relativamente ao ensino, tem-se constatado as inúmeras dificuldades, incompreensões e até preconceito no momento da matrícula de uma criança com deficiência, quaisquer que sejam. Por isso, é necessário o enfrentamento desta realidade, é preciso a abertura de um espaço para discussão desse e de outros assuntos que norteiam a inclusão. Educação é um direito de todos os alunos. E não é favor da escola cumprir esse dever”, pontua.

Escolas não podem negar matrícula

“A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), aprovada recentemente, diz que é vedada a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas. As escolas não podem mais tratar inclusão como um custo-extra, inclusão faz parte dos custos da escola como todos os outros. Também é direito dos pais exigir que a instituição ofereça um ensino adaptado para as necessidades de seus filhos. Quando a matricula é negada, em função da deficiência, isso é crime de discriminação”, afirma Gilda Beatriz.

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