sábado, 25 de julho de 2015

Vereadora cobra regularidade na coleta lixo em Petrópolis, RJ

Coleta de lixo é uma das partes essenciais para garantia da saúde pública, lembra Gilda Beatriz.

O lixo acumulado nas ruas de Petrópolis, Região Serrana do Rio, é um dos maiores motivos de queixa nas redes sociais atualmente entre moradores. O crescimento desordenado da Cidade Imperial criou sérios problemas ambientais, por consequência tornou-se necessário criar políticas públicas para tentar amenizar a degradação ambiental e o lixo urbano, uma das maiores preocupações de ordem sanitária e ambiental.

Preocupada com esta questão de saúde pública, a vereadora Gilda Beatriz (PMDB), chamou a atenção para a irregularidade na coleta de lixo, entulho e a falta de manutenção nas comunidades da cidade.

“Há poucas semanas chamei a atenção do governo para a necessidade de se convocar imediatamente os profissionais aprovados no último concurso. Hoje, a prefeitura conta apenas com oito agentes de controle de zoonoses, para atuarem tanto no controle no intradomiciliar, quanto no meio ambiente. Agora, são muitas as reclamações de coleta irregular de lixo, acumulo de entulho e falta de capina em diversas comunidades que tenho percorrido através de denúncias que recebi no gabinete e pelas das redes sociais. Este problema agrava a infestação de ratos e ainda cria outros. A empresa pernambucana Locar atua no município desde o início deste governo, e atualmente recebe mais de R$ 3 milhões por mês para fazer a coleta e a manutenção nos bairros. É um dos contratos mais caros do país, acima de R$ 78 milhões por 24 meses. A população tem todo direito de cobrar um serviço de qualidade” pontua a vereadora.

A Locar realiza o serviço de coleta de lixo em Petrópolis desde janeiro de 2013. À época, a prefeitura cancelou o contrato com a empresa Locanty por não prestação dos serviços.

“Pelo contrato, a Locar tem a responsabilidade de realizar a capina, pintura de meio-fio, recolhimento e transporte de entulho, construção e operação de uma estação de transbordo, locação e operação dos contendores semienterrados e um programa de educação ambiental e conscientização pública. É visível que nada disso está acontecendo e a sensação é que a cidade está mais suja. Estarei notificando o Gabinete do Prefeito e a empresa Locar, caso não tenha uma resposta satisfatória vou acionar o Ministério Público”, completa Gilda Beatriz.

O acúmulo de lixo nas ruas e nas coletoras atrai animais transmissores de doenças como ratazanas e baratas. Os detritos ainda causam mau cheiro e, muitas vezes, colocam em risco as águas de rios próximos, além de atrapalhar a passagem de automóveis.

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