Família encontra portão do cemitério fechado na hora do enterro


No início da semana, a perda da senhora Gilda Anastácio não foi o único motivo de sofrimento para sua família. Segundo Dilséa Fernandes, ao chegar ao Cemitério Municipal de Benfica para o sepultamento de sua tia previsto para 14h a família foi informada por um funcionário que o zelador do cemitério havia se sentido mal e teria deixado o local para buscar atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).  

Informados que o enterro seria às 15h por conta de outro sepultamento que aconteceria às 14h, a família chegou ao local por volta de 15:30, foi quando tiveram a infeliz notícia que não havia chave para abrir o portão do cemitério. 

Dilséa relata ainda que o pastor que acompanhava a família emprestou chaves de fenda para que o portão fosse arrombado, mais acima a família se deparou com um segundo portão, também trancado, e foi então que familiares encontraram uma solução. Passar por trás do cemitério onde todos tiveram que pular uma cerca de arame como mostram as fotos enviadas pela leitora.

Em respeito à família os rostos de todos os presentes foram desfocados. 
MINHA OPINIÃO: Não tenho muito a dizer sobre essa situação difícil, revoltante e constrangedora para essa família de trabalhadores petropolitanos.  Em momento algum o funcionário que deixou o local por uma questão de saúde pode ser responsabilizado, mas a administração do Cemitério e a Prefeitura de Petrópolis deveriam, essa família tem todo direito de procurar a justiça e buscar reparos para tamanha falta de respeito. 

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