quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Bernardo Rossi pede intensidade nas ações do Inea em Petrópolis



A conclusão das intervenções no Vale do Cuiabá, a instauração do Morar Seguro em  Petrópolis (programa piloto no estado) e tornar permanente na cidade o Programa Limpa Rios.  O secretário estadual de Habitação, Bernardo Rossi, se reuniu nesta terça-feira (03.02) com o secretário estadual de Meio Ambiente, André Corrêa, para traçar uma agenda positiva de ações do Instituto do Ambiente (Inea), subordinado à Secretaria, em Petrópolis.

“Há urgência em obras estruturais como as pontes no Vale do Cuiabá, que ainda precisam ser finalizadas. Mas, também há necessidade na continuidade das demolições dos restos de casas destruídas pelas chuvas e a instalação de programas de recuperação como os parques pluviais e o Skate Park de recuperação e conservação de áreas degradadas. Estamos trazendo ao Meio Ambiente estas demandas de Petrópolis e temos a certeza de que cidade vai ser atendida nestes pleitos”, afirma Bernardo Rossi.  “Petrópolis e a Região Serrana serão contempladas nas ações de reconstrução e também em planejamento preventivo”, garantiu André Corrêa, que assumiu a pasta há apenas 30 dias. “A meta, além de programas de saneamento e preservação em todo o estado, é definir, em cada região, modelos apropriados às suas características”, enfatizou.

O secretário de Habitação focou ainda no encontro sobre o Morar Seguro, programa que reúne governos estadual e federal, para retirada de famílias de áreas de risco por meio de unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, compra assistida ou indenizações. O programa, na alçada do Inea, vai ser implantado como piloto em Petrópolis para ser aplicado em todo o estado.  A primeira etapa do programa será o  reassentamento de mil famílias que vivem em áreas de risco em Petrópolis. A primeira comunidade contemplada será a Otto Reymarus, no Lagoinha, onde cerca de 270 famílias serão beneficiadas.

Para Bernardo Rossi, ações pontuais como o Programa Limpa Rios, de desassoreamento de calhas dos rios, podem ser permanentes em Petrópolis. “Estamos trazendo todas as pendências em intervenções decorrentes das chuvas e estimando cronograma de programas que vão ser aplicados. A meta é que o Inea esteja mais presente na cidade”, aponta.

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