Governo do Estado e Ministério das Cidades se unem para garantir obras


O governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, e o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, anunciaram nesta quarta-feira (14/01), a criação de um grupo de trabalho a fim de ajudar o Tribunal de Contas da União (TCU) a reduzir os entraves que existem em diversas obras em andamento no estado, investimentos que somam R$ 8 bilhões.

Durante a reunião foram discutidos o andamento de programas, com recursos federais, para o estado nas áreas de habitação, transporte e saneamento. Pezão citou as intervenções na Região Serrana e em abastecimento de água como obras que precisam ser finalizadas. A ideia é que o TCU possa questionar valor das obras em andamento sem que elas sejam paralisadas.

“Temos recursos já aprovados para diversas obras nas áreas de mobilidade, habitação, com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), saneamento, dragagem de rios e contenção de encostas na Região Serrana, entre muitas outras. Temos que vencer a burocracia para dar continuidade às intervenções. Essa força-tarefa vai nos ajudar a discutir esses entraves e ajustar os projetos para que continuem. Sabemos que interromper uma obra aumenta seus custos”,  disse o governador

 Presente ao encontro, o secretário de Estado de Habitação, Bernardo Rossi, falou sobre a importância dos investimentos em infraestrutura que tornam comunidades seguras para habitação, na reforma de conjuntos habitacionais e na construção de novas moradias.

“Os projetos estão sendo traçados por meio de parcerias reunindo secretarias como Obras, Transportes e Meio Ambiente. A intenção é de que as intervenções garantam mobilidade e qualidade de vida.  O estado vai dar continuidade a todos os programas com ênfase na celeridade da conclusão do que está iniciado”, afirma Bernardo Rossi.

“Queremos identificar os problemas, aperfeiçoar as parcerias e adequar os projetos. A ideia é discutir a questão e superar essas dificuldades que hoje existem. E os grupos de trabalho vão atuar nisso, ajudando o TCU a cumprir sua missão. É importante que as obras continuem, a execução seja rápida e que só sejam interrompidas em casos graves”,  afirmou o ministro.

Comentários