Governo do Estado investe R$ 1 milhão no Limpa Rio em Petrópolis



O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) está concluindo a limpeza de pontos críticos dos rios Piabanha, Palatinato e Quitandinha em vários pontos da cidade. O projeto Limpa Rio, em parceria com a prefeitura que disponibilizou mão de obra, trabalha para minimizar efeitos causados pelas chuvas. Nesta quarta-feira (11.06), o deputado estadual Bernardo Rossi (PMDB) esteve com técnicos do Instituto em Nogueira, em área atingida pelas cheias em 2013. Na região há a indicação de um projeto abrangente, com intervenções físicas, mas o parlamentar solicitou a limpeza emergencial de trecho próximo a casas atingidas pelo transbordamento do rio.

“Por toda a cidade, onde os rios cortam comunidades, as cheias têm sido constantes por alterações nas calhas dos fluxos de água, por lixo e intervenções feitas ao longo dos anos. O Inea sinaliza com a necessidade de um projeto amplo, como feito no Rio Santo Antônio, no Vale do Cuiabá e estamos apresentando esta indicação ao Estado, mas a limpeza mecânica está sendo pedida para trechos críticos e para minimizar o impacto das chuvas”, aponta Bernardo Rossi.

A limpeza – investimento de R$ 1 milhão – está sendo realizada no Rio Quitandinha, na Coronel Veiga e General Rondon e no Rio Piabanha na altura do Palácio de Cristal e na Rua Bingen. O Rio Palatinato, como na altura da Rua Souza Franco, também recebeu a dragagem. O Limpa Rio chegou a Petrópolis por indicação de Bernardo Rossi. “No final do ano foi feita em caráter emergencial e prosseguiu este ano para um procedimento mais completo, mas o programa precisa ser permanente acompanhado de obras físicas”, afirma.

Em Nogueira, a vistoria do gerente do Limpa Rio, Carlos foi acompanhada por moradores como Carla Hoernanseder. “Tive minha casa atingida pelas águas no Verão de 2013 e estamos hoje em busca de minimizar as cheias”, afirmou. Carlos assinalou que o Inea vai analisar projeto de limpeza emergencial e recomendará execução de projeto com intervenções físicas. “Há a possibilidade de em Nogueira aumentarmos a vazão do fluxo da água retirando lixo e detritos, mas há mudanças visíveis na calha do rio que precisam de correção”, completa.

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