terça-feira, 17 de junho de 2014

Falta sepulturas nos cemitérios de Petrópolis



Na semana passada, a morte de um jovem de 16 anos chamou a atenção pelo local onde o corpo foi enterrado. Sem vagas nos cemitérios Municipal e de Itaipava, Ítalo Saggioro, vítima de uma queda de moto, teve que ser sepultado no Cemitério de Secretário. A questão levantou a necessidade de ampliação da capacidade dos cemitérios da cidade.

O Cemitério Municipal, no Centro, por exemplo, tem mais de oito mil sepulturas. O local registra, em média, 2,5 mil enterros por ano. O número é equilibrado pela quantidade de exumações feitas no mesmo período, que também fica próximo de 2,5 mil. São 67 mil sepultados por lá, que ainda conta com três mil gavetões, dois mil ossários alugados, duas mil covas rasas, 76 mausoléus e mil ossários perpétuos.

Em Itaipava, são quase 1,5 mil sepulturas. Lá também estão mais 300 ossários de aluguel, 350 gavetões e 25 ossários perpétuos.
Consultada, a prefeitura informou que está concluindo projeto para uma obra de contenção com o intuito de reutilizar 315 gavetões, que estão interditados devido a eminência de desabamento, no Cemitério do Centro. Já em Itaipava, o município vai construir sepulturas coletivas garantindo o aumento da capacidade. 

Rômulo Barroso via Diário de Petrópolis

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