sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Alerj vai propor penas severas a responsáveis por queimadas

 

Prejuízo em Petrópolis ultrapassa os R$ 52 milhões

Penalidades severas aos responsáveis por queimadas no Estado do Rio vão entrar em pauta na forma de projetos de lei na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj). Os projetos estão sendo propostos pelo deputado estadual Bernardo Rossi (PMDB) com embasamento técnico do Corpo de Bombeiros. Bernardo recepcionou o governador Luiz Fernando Pezão que sobrevoou a cidade nesta quinta-feira (16.10) pela manhã em vistoria a uma das piores situações de fogo em vegetação registradas em Petrópolis que ocorre há uma semana e que já consumiu 2.600 hectares incluindo 600 hectares do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.

A recuperação ambiental de cada hectare é avaliada em pelo menos R$ 20 mil por especialistas em Meio Ambiente. “O dano em Petrópolis é estimado em R$ 52 milhões, mas o prejuízo ambiental é incalculável.  A punição por uma queimada chega a R$ 1,5 mil a R$ 2 mil por hectare. Sem contar as dificuldades em identificação de incendiários criminosos. Uma legislação mais severa precisa estar em vigor”, defende Bernardo Rossi.

Os oito focos de incêndio estão sendo combatidos por 600 homens dos Bombeiros em quatro aeronaves. Outros quatro helicópteros chegam à cidade nesta sexta-feira. A previsão do Secretário estadual de Defesa Civil, Sérgio Simões, é de debelar os focos em até 72 horas. “A situação é grave, mas sob controle. Estamos aqui para, de perto, garantir que todos os meios estão sendo colocados à disposição pelo Estado”, afirmou Pezão. O governador não descartou possibilidade de pedido de ajuda ao governo federal e às Forças Armadas, mas assegurou a pontualidade das operações na cidade. “Quatro focos estão dentro do Parque Nacional da Serra dos Órgãos e quatro na Reserva Biológica de Araras. Além destes, temos focos pontuais que estão sendo combatidos”, afirma Simões.

Ainda pela manhã, as equipes combateram focos próximo a residências em Secretário e no Calembe. Bombeiros estiveram ainda em áreas às margens da BR-040 como em Barra Mansa e na altura do Castelo de Itaipava. Desde o início das operações em helicópteros pelo menos 400 mil litros de água foram usados em lançamentos sobre as chamas.  

“Há a indicação também que o governo do Estado e as entidades envolvidas engajem a população pelo Disque-Denúncia. O número (21)2253-1177 que recebe mensalmente mais de 12 mil ligações em sigilo hoje é um canal importante para o combate à criminalidade e os incêndios em vegetação são crimes contra o ambiente e contra a população”, aponta Bernardo Rossi.

A vistoria do governador Pezão foi acompanhada ainda pelo presidente da Câmara, Paulo Igor, e pelo vereador Maurinho Branco (SDD). “O legislativo petropolitano se soma aos esforços de haver principalmente prevenção. Hoje, a situação requer o pronto combate às chamas, mas estamos dispostos a abrir a casa para debater legislação, buscar recursos, aumentar efetivo, enfim, o que puder ser feito para que estado e município atuem juntos em prevenção”, afirma Paulo Igor.

Via ASCOM
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Datafolha, votos válidos: Pezão tem 56%, e Crivella, 44% / Ibope, votos válidos: Pezão tem 54%, e Crivella, 46%



A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. 
Segundo o instituto, indecisos no estado somam 8%.
Do G1 Rio

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (16) mostra os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Rio de Janeiro no segundo turno:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 56%
Marcelo Crivella (PRB) - 44%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos em branco, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
Votos totais
Se forem incluídos os votos em brancos e nulos e os dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) – 46%
Marcelo Crivella (PRB) – 36%
Em brancos/nulo/nenhum – 10%
Indecisos – 8%

Momento da decisão do voto
A pesquisa mostra em que momento os eleitores decidiram seu voto no primeiro turno nas eleições. Os percentuais são os seguintes:

Pelo menos um mês antes da eleição – 63%
15 dias antes da eleição – 11%
Uma semana antes da eleição – 9%
Na véspera da eleição – 5%
No próprio dia da eleição – 12%
Número para confirmar ou anular o voto
Foi perguntado aos eleitores qual o número eles vão digitar na urna eletrônica para confirmar ou anular seu voto para governador. A pesquisa mostra o seguinte resultado:
Menções corretas: 64%
Não sabe o número do candidato: 30%
Menções incorretas: 3%
Não sabe como anular o voto: 4%

Decisão de voto
Apresentados os dois candidatos que estão na disputa pelo governo do Rio, a pesquisa perguntou aos eleitores sobre sua decisão de voto. Os percentuais são os seguintes:
Luiz Fernando Pezão
Votaria com certeza: 41%
Talvez votasse: 21%
Não votaria de jeito nenhum: 36%
Não sabe: 2%

Marcelo Crivella
Votaria com certeza: 34%
Talvez votasse: 22%
Não votaria de jeito nenhum: 43%
Não sabe: 2%.

A pesquisa foi realizada nesta quarta-feira (15), com 1.493 entrevistados em 36 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RJ-00069/2014 e BR-01098/2014.
Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1.


Ibope, votos válidos: Pezão tem 54%, e Crivella, 46%

Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Segundo o instituto, indecisos somam 5%.
Do G1 no Rio

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (16) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Rio de Janeiro:
Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 54%
Marcelo Crivella (PRB) - 46%
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Eleições 2014 no RJ
Notícias e resultados do 1º turno.
cobertura em tempo real
apuração de votos
mapa de votos: cidade e região
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.
O Ibope afirma que, se as eleições fossem hoje, Pezão seria eleito governador do Estado do Rio.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 45%
Marcelo Crivella (PRB) - 38%
Branco/nulo – 12%
Indecisos – 5%
O Ibope fez a pesquisa nos dias 13 a 15 de outubro. O instituto ouviu 2002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número RJ-00070/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR 01101/2014.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

BOMTEMPO TENTA ENCONTRAR UM BARCO DEPOIS QUE SUA CANOA FUROU NAS ELEIÇÕES 2014


MINHA OPINIÃO: Cicatrizadas as feridas pela derrota de Marina Silva candidata a presidência e Lindberg Farias candidato ao Governo do Estado o PSB de Petrópolis, na noite de terça-feira no Bogary Clube, declarou seu apoio à reeleição, do governador Luiz Fernando Pezão e ao candidato tucano para presidente, Aécio Neves sem a presença de nenhum dos candidatos.  

            O quinto vice-presidente nacional do PSB e presidente de honra do partido na cidade, prefeito Rubens Bomtempo, acompanhado da esposa, Luciane Bomtempo, enfrentou o constrangimento de comandar um evento sem as principais lideranças do PMDB local. Nos bastidores, comenta-se que o apoio do prefeito que teve seus três candidatos a deputado federal reprovados nas urnas e também um estadual com votações de pouca expressão não foi recebido com grande entusiasmo após a consolidação de Bernardo Rossi como a principal esperança do partido de chegar ao poder na cidade em 2016 após a maior votação da história para um deputado estadual e a proximidade da disputa pelo legislativo onde PMDB e PSB tem boas chances de estar em lados opostos.

Rossi também é a principal liderança do senador e candidato a presidência Aécio Neves na cidade, talvez isso explique alguma coisa. 

No seu discurso, o prefeito Rubens Bomtempo voltou a criticar o governo petista, tanto a nível federal quanto municipal, o que Bomtempo esqueceu de dizer foi que o Partido dos Trabalhadores participou do seu governo inclusive indicando seu vice no primeiro mandato, no segundo indicando Paulo Mustrangi como secretário e na disputa pelo Governo do Estado Bomtempo apoiou  o senador petista Lindberg Farias no primeiro turno, o mesmo que veio a Petrópolis abraçar o socialista no segundo turno das eleições que saiu vitorioso, mas não fique surpreso, eu também já acreditei nesse discurso e no próprio Bomtempo.



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DUPLA FUNÇÃO E DESEMPREGO: VEREADOR DENUNCIA EMPRESAS DE ÔNIBUS AO MINISTÉRIO PÚBLICO


O vereador Anderson Juliano apresentou denúncia no Ministério Público Estadual  e no Ministério Público do Trabalho, contra as empresas de ônibus que estão demitindo cobradores e supostamente obrigando motoristas a exercerem a dupla função.  O vereador informa que esta prática, que conta com a anuência do governo municipal, já causou o desemprego de muitos chefes de família. O lucro obtido com as demissões vai para o bolso dos empresários de ônibus.  Em Petrópolis, 97 linhas de ônibus já operam sem cobradores, causando inúmeros problemas para os usuários além dos já existentes tais como, Superlotação, atrasos e supressão de horários.







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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

No Rio, confrontos Aezão x Dilmão e Universal x Mundial



Aezão no interior: O movimento do PMDB fluminense que prega o voto neste segundo turno em Luiz Fernando Pezão para governador e Aécio Neves (PSDB) para presidente parece estar ganhando força no interior. Segunda, em um ato de apoio à candidatura do peemedebista em Quissamã, o candidato a vice Francisco Dornelles (PP) declarou que vota e pede voto para Aécio. O entusiasmo dos prefeitos da região com a declaração foi tanta, que há indícios que no interior o Aezão esteja consolidado.

Climão: A relação entre a ex-prefeita de São João da Barra Carla Machado (PT) e o atual, Neco (PMDB), segue conturbada. Desde que Carla declarou apoio a Pezão no segundo turno, ontem foi a primeira vez que eles participaram juntos de um evento. Ambos fugiam de um contato visual. O senador Dornelles, ao discursar entre os prefeitos, pediu licença para cumprimentar três amigos, todos muito aplaudidos: Arnaldo Vianna, Ilsan e Carla Machado. De pé ao lado do senador, Neco desviou o olhar ao ouvir o nome da ex-aliada e as palmas cessaram.

Universal x Mundial: A disputa ao Governo do Estado ganhou uma nova rivalidade, além da que envolve os candidatos Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB). De um lado, a Igreja Universal do bispo Crivella e, do outro, a Mundial, do apóstolo Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus e dissidente da Universal, que declarou seu apoio a Pezão. O apóstolo Valdemiro e Edir Macedo são arqui-inimigos na batalha que por fiéis.

Com informações da coluna Ponto Final
foto: divulgação
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Garotinho pode virar secretário de Governo de Rosinha, em Campos



Após deixar a Câmara, o deputado federal Anthony Garotinho (PR) poderá voltar para o seu berço político, em Campos dos Goytacazes.

O candidato derrotado na disputa pelo governo do estado se colocou à disposição da mulher, a prefeita da cidade Rosinha Garotinho, para assumir a secretaria municipal de Governo a partir de janeiro de 2015. O anúncio foi feito em evento realizado com correligionários na noite da última segunda-feira (13).

Resta saber se a ideia continuará de pé se Marcelo Crivella (PRB) for eleito.

fonte: blog Extra Extra 
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Da prisão, Roberto Jefferson vibra com Aécio e pede para filha abraçar o tucano




Da sua cela, o delator do escândalo do mensalão, o ex-deputado federal Roberto Jefferson, acompanha todos os detalhes da disputa eleitoral. O moço não se cansa de vibrar com a performance de Aécio Neves (PSDB), a quem chama de "Aécio Balboa" - em comparação com o lutador interpretado pelo ator Sylvester Stallone no cinema.

"Leio os quatro jornais todo dia. Tenho TV na cela, acompanhei os debates. Era uma candidatura inconsistente, mas não é fácil vencer a emoção com a razão. O Aécio resistiu. É o Aécio Balboa, o lutador. Apanhou nove assaltos e virou no décimo, no debate da Globo".

E coube à filha Cristiane Brasil, vereadora eleita como deputada federal, transmitir o carinho do pai ao tucano.

"Eu disse: 'Filha, dá um abraço nele. O pai tá gostando...'", postou o moço em seu blog, reproduzindo respostas dadas a perguntas de um jornalista.

fonte: blog Extra Extra
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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Crivella justifica apoio de Garotinho e Lindbergh: ‘Não fui eu que me aliei, eles que se aliaram’



RIO - Em entrevista ao “RJ TV 2ª edição” nesta segunda-feira, o senador Marcelo Crivella (PRB), candidato ao Palácio Guanabara, defendeu a adesão dos novos aliados Anthony Garotinho (PR) e Lindbergh Farias (PT) à sua candidatura, e criticou o escândalo que se instalou na Petrobras. As denúncias atingem em cheio o governo da presidente Dilma Rousseff, aliada do senador, e também respingaram em Lindbergh. Segundo Crivella, porém, “apoio não se nega”.

— Apoio você não pode negar. Apoio não significa interferência no governo, mudança de rumo nem de valores. Significa que aquele que está te apoiando adere à sua causa, e a nossa causa é derrotar o governo que está aí, que já causou milhões de prejuízo ao erário — afirmou, dizendo ainda que o petista, se soubesse do envolvimento de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, em escândalos, não teria pedido sua ajuda para a campanha:

— Lindbergh, quando pediu apoio do diretor da Petrobras, nem sabia que ele estaria envolvido nesse esquema. Foi uma surpresa para todos nós, nunca imaginamos que a Petrobras estivesse envolvida em um escândalo de tal vulto. Se (Lindbergh) soubesse, jamais teria pedido a ele que o ajudasse a levantar recursos ou em plano de campanha. Lindbergh é uma figura importante, foi bem votado e espero que, com o apoio dele, do Garotinho e de outras forças políticas, a gente possa derrotar esse governo.

Sobre o governo de Garotinho e de sua sucessora, a atual prefeita de Campos Rosinha Garotinho (PR), Crivella exaltou aspectos positivos das gestões do casal, mas deixou claro que seu interesse é nos 1,5 milhão de votos que o candidato derrotado obteve no primeiro turno:

— Não fui eu que me aliei, eles que se aliaram. Há coisas positivas no governo deles, e essas podemos aprimorar. O cuidado com os pobres era um coisa característica deles, coisa que a gente não via na índole do governo Sérgio Cabral. Mais de 1,5 milhão de pessoas votaram no governador Garotinho e na Rosinha. O apoio que ele teve nas urnas foi determinante para que tivéssemos o apoio deles. Não é Garotinho e Rosinha, são os 1,5 milhão de fluminenses que votaram neles — declarou.

CRIVELLA VOLTA A DEFENDER UPPS

Questionado sobre as críticas de Garotinho às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), o ex-ministro da Pesca deixou claro que dará continuidade ao projeto de segurança pública promovido por Cabral e Pezão. E afirmou que “nem Garotinho e nem ninguém” vai demovê-lo da ideia:

— A UPP é uma conquista nossa, nem Garotinho e nem ninguém vai me demover de continuar essa política. Vamos aperfeiçoá-la, ela foi expandida por ambições eleitorais colocando em risco os policiais — criticou, mandando um recado aos traficantes do estado:

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— Cada vez que vocês matarem um de nós, dez outros vão se levantar, depois mais dez. Não permitiremos que nosso povo seja dominado por traficantes, nosso povo será livre como todos que vivem no asfalto.

Crivella voltou a dizer que, ao contrário de seus aliados, não recebeu nenhuma doação de empresas. E reafirmou que, caso eleito, a prioridade número 1 será acabar com a falta d’água na Baixada Fluminense, ainda que não tenha priorizado a região em seu mandato como senador.

— Como governador é a (prioridade) número 1, como senador não podia olhar só pela Baixada. Mas coloquei tanto R$ 10 milhões para Caxias como R$ 20 milhões para o bairro Roseiral, em Belford Roxo. R$ 30 milhões para a Baixada para água e saneamento é mais do que qualquer outro senador tenha feito.

Com informações do jornal O Globo

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Romário no time é gol de placa para Pezão


Faltando duas semanas para o segundo turno da eleição, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ganhou um reforço de peso para a sua campanha. Trata-se do senador eleito Romário (PSB), que recebeu mais de 4,6 milhões de votos no último dia 5. Craque na política como foi nos gramados, Romário já gravou uma mensagem de apoio ao candidato do PMDB. Ao contar com Romário em seu time, o governador Luiz Fernando Pezão espera obter os votos dos eleitores mais progressistas. Os mesmos que fizeram coro nas manifestações de junho passado contra o então governador Sérgio Cabral. Além de colocar Romário em campo, Pezão conta com outras cartas na manga para o segundo turno. Nos próximos dias sua campanha deve utilizar depoimentos de representantes de vários movimentos sociais, que vão criticar a ligação do senador Marcelo Crivella com a Igreja Universal e a falta de diálogo do candidato do PRB sobre temas polêmicos.

Por: Alexandre Bastos
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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O horário brasileiro de verão começa no próximo dia 19



O horário brasileiro de verão 2014/2015 começa no próximo dia 19, quando os relógios serão adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida, adotada para economizar energia no horário de maior consumo, vai até o dia 22 de fevereiro do ano que vem.
Pelo decreto que instituiu o horário de verão, a medida deve ser iniciada sempre no terceiro domingo de outubro e encerrada no terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente. Mas, no ano em que houver coincidência com o domingo de carnaval, o fim do horário de verão deve ser no domingo seguinte. Como em 2015 o carnaval será no dia 17 de fevereiro, o horário de verão deverá acabar no dia 22 de fevereiro. O objetivo é evitar que, em meio a um feriado, alguns esqueçam de ajustar os relógios.
O horário de verão, instituído pela primeira vez em 1931, é adotado sempre nesta época do ano para aproveitar melhor a luminosidade natural do dia e reduzir o consumo de energia, que cresce naturalmente por causa do calor e do aumento da produção industrial às vésperas do Natal. Com o horário de verão é possível reduzir a demanda por energia no período de suprimento mais crítico do dia, entre as 18h e as 21h, quando a coincidência da utilização de energia elétrica por toda a população provoca um pico de consumo. Com a redução, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.


Segundo o Ministério de Minas e Energia, nos últimos anos a redução média da demanda de energia tem sido em torno de 5% nas regiões onde foi aplicado o horário de verão. “As análises também demonstram que a redução da demanda de ponta tem evitado novos investimentos, da ordem de R$ 2 bilhões por ano, na construção de usinas geradoras de energia. A economia no consumo de energia, em megawatt-hora, em torno de 0,5%, é considerada como ganho decorrente, ou marginal, mas não pode ser desprezado”, informa o ministério.
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Disputa por uma cadeira na Alerj não terminou



Após a o embate nas urnas, coma definição dos vitoriosos e derrotados na disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), já começou uma espécie de “segundo turno”, desta vez nos tribunais. Ao todo, mais de 150 candidatos não tiveram os seus votos computados e já estão na Justiça tentando liberar suas votações. Com isso, a lista dos eleitos pode sofrer alterações. Em Campos, por exemplo, o deputado estadual Geraldo Pudim (PR), que ficou com a primeira suplência da coligação PR-Pros, pode conquistar uma cadeira se os votos do candidato Samuquinha (PR), cerca de 11 mil, forem computados. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) condenou, em novembro de 2012, o deputado Samuquinha por captação de sufrágio na campanha eleitoral de 2006.

A possibilidade de Pudim assumir uma cadeira na Alerj é vista com bons olhos pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR), que chegou a dizer diversas vezes que desejava ver Pudim com uma votação histórica em Campos. Mesmo sendo o segundo mais votado na cidade, com cerca de 1.500 votos a menos do que Bruno Dauaire (PR), Pudim não alcançou uma boa votação fora de Campos e acabou ficando com a primeira suplência. Apontado nos bastidores como um dos nomes do grupo de Garotinho para disputar a Prefeitura de Campos em 2016, a entrada na Alerj poderia ajudar a fortalecer o nome de Pudim, que já foi vice-prefeito, deputado federal e atualmente é deputado estadual. Em 2004 e 2006 Pudim disputou a Prefeitura de Campos, mas foi derrotado por Carlos Alberto Campista e Alexandre Mocaiber, respectivamente.

Suplentes - Além das movimentações no mundo jurídico, com recursos tramitando no TRE-RJ e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há também um movimento político. Dependendo do governador escolhido no próximo dia 26, deputados eleitos poderão ser convidados para compor o governo estadual, assumindo secretarias. Com isso, serão abertas vagas para os suplentes. Na região, suplentes como a ex-prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PT), o deputado estadual Roberto Henriques (PSD), o ex-vereador Papinha (PP) e o vereador Kaká (PT do B), de SJB, poderão estar na Alerj em 2015.

A.B.L.
Foto: Folha da Manhã
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Candidatos têm prazo de 30 dias para retirar propaganda política



A responsabilidade do recolhimento de todo o material é de cada candidato, dentro de um prazo de 30 dias após o pleito, mesmo assim não há nenhuma sanção que indique punições para quem não cumprir a norma. 

Muitas propagandas políticas irregulares foram apreendidas pelo TRE. Ainda não foi contabilizado pelas equipes de fiscalização, o número exato de apreensões. A responsabilidade do recolhimento de todo o material é de cada candidato, dentro de um prazo de 30 dias após o pleito, mesmo assim não há nenhuma sanção que indique punições para quem não cumprir a norma. As propagandas apreendidas serão encaminhadas e recicladas pela Comac. O TRE é responsável por recolher das ruas placas que estão afixadas em fachadas de imóveis, áreas de uso comum, como praças ou de passeios públicos, comércio, e locais históricos, como museus. “Os materiais não podem exceder 4m². Já no Centro Histórico o tamanho não pode passar de 1m²”, declarou o bombeiro Márcio Freitas, que está cedido temporariamente ao TRE. 

fonte: Tribuna de Petrópolis
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sábado, 11 de outubro de 2014

Marcus Vinícius Neskau: “Pezão ganhando, volto para a secretaria”



Marcus Vinícius Neskau conseguiu 39.192 votos para se reeleger deputado estadual pelo PTB. Em Petrópolis, ele foi o segundo que mais recebeu votos nesse cargo: ele foi escolhido por 12.285 eleitores. Mas acha que talvez não fique com a cadeira na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Ele afirmou que, caso Luiz Fernando Pezão (PMDB) vença Marcelo Crivella (PRB) na disputa ao governo, ele deve voltar ao posto de secretário de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida.

– Você pode colocar isso aí: o Pezão ganhando, a gente volta para a Secretaria – anuncia ele.
Caso isso não aconteça, Marcus Vinícius diz que continuará a ter um mandato voltado aos idosos – parcela que compreende a 12% da população de Petrópolis, ele cita, para argumentar que a cidade precisa ter um pensamento direcionado ao público.

“Todo mundo achava que teria um resultado maior do que realmente teve”

Marcus Vinícius Neskau

– Voltando para a Alerj, continuar meu trabalho focado na terceira idade. Quero que cada município do estado tenha um Centro-dia (um local de referência em atendimento às pessoas que necessitam de apoio para os cuidados básicos do dia a dia), quero levar o projeto de academias da terceira idade, ou por emenda parlamentar, ou voltando a ser secretário, a cada município do Rio de Janeiro e a cada bairro da nossa cidade em que eu puder – pretende.

Lições da eleição

Para Marcus Vinícius, essa eleição deixou muito claro que existe uma insatisfação grande com a política do país – e isso se reflete no número de votos que não entram na contagem e de abstenção. Mas, por outro lado, há uma parcela que quer entender as propostas e quem é o candidato.

– Eu entendo que foi uma campanha onde o eleitor mostrou toda a sua insatisfação com a política nacional. Você via isso nas ruas: muita gente insatisfeita, muita gente protestando. Mas você conseguiu também ver uma parcela grande da população acreditando que a política é o único veículo de mudança da sociedade. Muita gente que não queria nem ouvir, e isso ficou muito claro com quase 40% de voto nulo, branco e abstenção, e outra parcela cobrando dos candidatos: “o que o senhor fez, o que o senhor vai fazer? Essa proposta é factível ou não é?”. A população está separando joio do trigo. E isso é bom para quem tem um trabalho – analisa Marcus Vinícius.

– Todo mundo achava que teria um resultado maior do que realmente teve. Todo mundo. Quem teve 300 mil votos e quem teve 10 mil achava que teria mais. A média de renovação da Alerj é 28%, 30%. Dessa vez foi a 40%. O povo está cobrando e cada vez mais teremos eleições de quem tem serviço prestado. O parlamento fluminense e a Câmara Federal vão ter que arrumar meios e maneiras de explicar o seu trabalho para a população. Não tem saída. Senão, na próxima, a renovação vai ser de 50% – continua.

Para este segundo turno, os apoios do partido não mudam (o PTB está com Aécio Neves/PSDB não eleição presidencial e com Luiz Fernando Pezão/PMDB para governador), o trabalho é outro. E a principal dificuldade é não poder contar com a presença do candidato.

– Agora é juntar a militância partidária. Para quem é presidente de partido, como eu, ligar para os diretórios municipais para fazer com que os presidentes reúnam a militância nos municípios e vão para a rua. Porque nessa eleição são 20 dias, são 15 programas de televisão, 10 debates. Então o candidato não tem como sair muito da região metropolitana do Rio, onde está metade dos votos, cerca quatro milhões. Então nós temos que fazer a nossa parte – explica ele.

– A presença do candidato, mesmo que por 30 minutos, é importante porque vira notícia, alguém vê, cumprimenta, tira foto. Presença na eleição é fundamental. Porque o eleitor associa a placa, a televisão e o cara que esteve ali. Ele pode até não ter visto, mas alguém viu. E nesse sentido, isso é mais difícil para nós. Por isso é que militância partidária é importante e você tenta superar a falta do candidato – encerra Neskau.

via Diário de Petrópolis
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Religião e corrupção esquentam debate entre Pezão e Crivella



No primeiro debate na TV do 2º turno da disputa para o governo do estado, a aliança do candidato do PRB, Marcelo Crivella, com o deputado federal Anthony Garotinho (PR) deu o mote para os ataques entre Crivella e o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição. Pezão perguntou qual papel, num eventual governo de Crivella, teriam Garotinho e o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e tio de Crivella. O debate foi realizado nesta quinta-feira a noite no Teatro Oi Casagrande, na Zona Sul do Rio, e transmitido pela Band. Se no primeiro turno Pezão apanhou muito e bateu pouco, neste segundo turno ele foi mais agressivo. Já o senador Marcelo Crivella afirmou que “pior do que misturar política e religião é a mistura entre política e corrupção”. Confira os principais trechos do debate:

Pezão pergunta a Crivella: “Quais são os seus planos para o interior do Estado do Rio?”

Crivella responde: ”Acho que está faltando mais atenção ao cinturão de hortifruti, que vai de Teresópolis a Friburgo. O escoamento não é suficiente, não é viável economicamente. Estamos usando muito agrotóxico, é preciso dar mais apoio, extensão rural. No interior, nas propriedades rurais, poderíamos estar produzindo mais peixes, em cativeiro. É preciso que o governo use sua força. Nós temos pequenas propriedades no Rio, de tal maneira que precisamos da presença do estado para organizar a presença agrícola.”

Pezão faz a réplica: ”Nós saímos de 3 milhões de litros de leite para 600 milhões. Atraímos de volta a indústria leiteira. Todos os grandes laticínios estão no nosso estado. Nunca teve tanta máquina trabalhando, estamos fazendo estradas rurais. Fizemos parcerias com todo agricultor, pecuarista, dentro do nosso estado”.

Tréplica de Crivella: ”Não é pessimismo, não. Eu conversei com funcionários da nossa secretaria que disseram que as viaturas são velhas, que não há combustível. Não há SIF na nossa produção agrícola, a produção do leite é muito pequena, e a viabilidade também. O estado falhou na sua produção rural, já é de muito tempo. É preciso mudar porque nós podemos produzir muito mais.”

Crivella pergunta a Pezão: “Tenho preocupação em relação ao transporte. Vejo que o governo do senhor e do Sérgio Cabral deu muita prioridade aos ônibus. Queria saber por que não investiram em barcas, trens e VLT.

Pezão responde: “Sabemos que muito ainda pode ser feito. Pegamos o governo com quatro barcas alugadas, alugamos mais cinco. Estamos levando metrô para a Barra da Tijuca, que é chamado pelo seu aliado Garotinho  de ‘metrô de rico’, mas atende moradores da Rocinha e da Pavuna”. O peemdebista citou também o Bilhete Único, que ele chamou de “revolução”. “A maior taxa de emprego do Brasil hoje é da região metropolitana do Rio”, citou para falar da importância do projeto.

Réplica de Crivella: ”Pezão, esse discurso é o meu”. “Nós vamos fazer… esse é o meu discurso”. “Esse é o discurso da oposição”. “Você tem que falar o que você fez”. “A inflação da região metropolitana é fruto do aumento do transporte”. O candidato do PRB diz que o governo do estado aumentou as tarifas mesmo com posicionamento contrário do Tribunal de Contas. “As pessoas estão reclamando do transporte, dos trens”. Crivella criticou o “pouco investimento” em transportes na Baixada Fluminense.

Crivella é perguntado sobre o Noroeste Fluminense

Pablo Santos, professor da UFF, faz pergunta por meio do Whatsapp. “O Noroeste só representa 1,03% do PIB do estado do Rio. É uma região muito pobre. Quais são as propostas do senhor para a região?”

Crivella responde: ”O Rio de Janeiro tem uma grande vantagem que é o mercado consumidor. Importamos muitas coisas de SP e MG porque não adensamos nosso interior com investimentos”, disse o Senador. “Com planejamento que não fazemos, desmantelamos o estado”. “Não aproveitamos o potencial das nossas regiões”. O senador falou que é preciso investir no emprego das indústrias, preparando a mão de obra, com uma política de renúncia fiscal “decente”, e uma forma de atrair investidores para o Rio. “Emprego nestas pequenas cidades hoje são só em farmácias, ou para professor, mas tem que fazer concurso, e emprego no comércio, mas com salários muito baixos”, salientou o candidato.

Comentário de Pezão: ”Nós queremos explorar essa região”. “Teremos o maior porto da América do Sul, que é o Porto do Açu”. Pezão diz que os negócios podem prosperar a partir do funcionamento do porto. “Aquela é uma região que sofreu muito”. “Com esses investimentos, vamos melhorar a vida daquela região”. “É lamentável que o senhor que foi diretor de planejamento da Emop não tenha feito nada pela região”.

Pergunta via Twitter: “Queria saber quais as propostas sobre plano de carreira para os professores?”

Crivella responde: ”A educação não anda bem. Os índices não estão bons. Sei que o Pezão vai dizer que os índices estão melhorando, mas estão melhorando artificialmente. Os professores estão desmotivados, a data-base não é reajustada, ganham pouco, e isso é um tormento. O estado nunca sentou para debater com os professores um plano de cargos e salários que os motivasse. o diálogo foi péssimo, chegando até à violência.”

Pezão comenta: ”Muito triste o senhor menosprezar o trabalho dos professores e dos alunos. Saímos do 27º lugar e entrou para 24º. Vamos valorizar esses professores, tirando um dos piores salários. Hoje é o segundo do país, só perde para o Distrito Federal. A gente quer cada vez mais valorizar seus professores. Não dar gratificações, como fez o outro governo, e quando o professor se aposentava não levava essa gratificação. Queremos colocar a educação do estado em primeiro lugar. Vou fazer o ensino médio com jornada dupla, com ensino profissionalizante”.

Pezão pergunta a Crivella

“Nós temos o Renda Melhor e o Renda Melhor Jovem”. “É um avanço, pudemos investir R$ 240 milhões na vida das pessoas”. Queria saber quem vai conduzir os programas sociais do seu governo: o Garotinho ou o bispo Edir Macedo?”

Crivella responde:  ”Pezão, Pezão (alguns segundos de pausa). A minha mãe não vai mais apreciar aquele moço modesto, humilde”, alfinetou o Senador. “O Garotinho foi quem trouxe você para a capital. Seu amigo. Te orientou, te estendeu a mão…Você esteve na inauguração do Templo de Salomão, com o Bispo Macedo, foi tão cordial, tão caloroso… Não é assim que você vai ganhar a eleição. Doze anos de vida pública, nunca misturei política com religião”, rebateu Crivella. “E é natural que candidatos que lancem evangélicos, vençam e tenham representatividade no Congresso”. Crivella lembrou que o PMDB também têm evangélicos em sua legenda, e que o problema não é esse, mas a corrupção. “Vou fazer programas sociais limpos. Se eu fiz a Vila Canãa com meus recursos, imagine com os recursos do governo!”. Crivella terminou a fala alfinetando o adversário: “e os meus aliados Pezão (referindo-se a Garotinho), já foram seus companheiros, que hoje o traem!”.

Réplica de Pezão: ”O Renda Melhor e o Renda Melhor Jovem são transferidos diretamente com o cartão do Bolsa Família”. “Não tem pastor nenhum”. Pezão ataca atuação de Crivella como ministro: “colocou em cada repartição membros da Igreja Universal”.

Tréplica de Crivella: ”Tem que levar o Pezão pro divã. (…) O candidato sou eu, e não a igreja! Nós apoiamos, por exemplo, seu governador, contra a Denise Frossard. Só não apoiamos a gangue dos guardanapos. Nós apoiamos o seu governo para eleger o (Eduardo) Paes na prefeitura, contra o (Fernando) Gabeira. Temos leis que jamais vão permitir, leis que separam o Estado da igreja. O problema não é o risco de misturar política com igreja, mas de (misturar) política com corrupção”, concluiu o candidato, que foi aplaudido pelo auditório.

Pergunta via Twitter

Tema sorteado é Transporte. “Quais são os investimentos que o senhor vai fazer de transporte de trilhos no interior como forma de integrar o interior com a região metropolitana?

Pezão responde: ”Nós estamos estudando a volta do Trem Barrinha. Mas isso é muito difícil, porque aquele ramal foi concessionado, pois é um modal muito importante para a região, porque liga as cidades de Barra, Pinheiral, e liga a CSN. O ramal (é usado) para atender a industria automobilística, que liga Rezende e Itatiaia. Quero fazer um corredor “Macaé – Rio das Ostras” até a cidade de Campos. Queremos planejar e vamos deixar esses projetos com nosso querido Vicente Loureiro, que comanda nossa agência da região metropolitana, para ver o que se pode fazer sobre o transporte sobre trilhos no interior do Rio”.

Pergunta via Twitter

“Segurança pública é crucial. Como será combatida a corrupção na polícia?”

Crivella responde: ”Primeiro lugar, pelo exemplo. É fundamental que o governador tenha probidade, não esteja envolvido, não seja acusado. E, se for, que prove sua inocência imediatamente. Não pode ser refém do noticiário, nem de CPI do Congresso. A autoridade pública tem que ter a grandeza e a honradez do nosso povo. É aí que começa a segurança pública. É aí que começa a imagem que se leva a cada policial, sabendo que seu governador não está ali para se locupletar. Eu chamo a atenção porque essa atitude se irradia, é por isso que polícia vira milícia, que o Maracanã sai pelo dobro do preço, e que até a Petrobras fica suja. Sem mãos limpas, suja tudo. Segurança começa quando o estado sabe se impor, quando o governador não sai para beber com empreiteiros.”

Para conferir o debate completo, clique aqui 

* Com informações do “Globo” e da Band
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Enquanto as lideranças locais aguardam o fim do segundo turno das eleições nacionais e estaduais para descansar, alguns vereadores já estão na ‘velocidade quatro’ nas articulações de bastidores para disputa pelo comando da Câmara Municipal de Petrópolis. 

O prefeito Rubens Bomtempo que esteve voltado para disputa presidencial como um dos coordenadores da campanha do PSB ainda tem muito trabalho com a definição do apoio a Aécio Neves no segundo turno, mas segundo a rádio corredor do palácio amarelo o projeto do governo já está definido e faz parte de um acordo maior com o PTB de Marcus Vinícius e Roberto Jefferson que conta com dois vereadores na cidade. 

Segundo minhas fontes o atual presidente vereador Paulo Igor fortalecido pela reeleição com votação histórica de seu aliado deputado Bernardo Rossi e com uma bancada de três vereadores e mais dois fiéis escudeiros não será um adversário fácil a ser batido e não está disposto a entregar a cadeira com um sorriso no rosto, aliás, eu militei ao lado do Paulo Igor enquanto era apenas um jovem caladão durante as reuniões e não me lembro de ter visto o jovem político sorrir dia algum, kkk...

O fato é que Bomtempo é campeão de impopularidade em seu terceiro mandato e a população nas urnas desaprovou governo e oposição, isso significa que o chefe de executivo terá de abrir o Piabanha como Moisés fez com o Mar Vermelho para deslanchar em seus dois últimos anos no poder e para que esse sonho vire realidade ter o legislativo a seu lado é fundamental, mas sua decisão pode transformar o poderoso PMDB em oposição. Agora é esperar para ver.





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